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Policial é investigado na Espanha por oferecer folgas em troca de migrantes detidos - Social Marília
23 de Abril de 2026

Policial é investigado na Espanha por oferecer folgas em troca de migrantes detidos


crédito: Reprodução/ Polícia Nacional España

A polícia espanhola abriu uma investigação contra um comandante policial da cidade de Irún, na fronteira com a França, que ofereceu dias de folga aos agentes em função da quantidade de migrantes detidos por eles, informaram fontes policiais à AFP.

A instrução, emitida na terça-feira por um comandante de brigada, "foi anulada poucas horas depois".

"Foi aberta uma investigação contra o inspetor-chefe", informou uma fonte da Polícia.

A ordem, que entraria em vigor em 1º de julho, estabelecia a quantidade de dias de descanso compensatório em função do número de migrantes detidos durante o fim de semana nesta região fronteiriça, por onde muitos migrantes ilegais tentam chegar à França.

"Dois dias" de compensação por zero detenção, "três dias" por "um detido", "quatro dias" por "dois" e "cinco dias" por "dez detidos" ou mais, diz um trecho dos documentos publicados e denunciados na terça-feira pelo sindicato dos policiais, Jupol, no Twitter.

A Direção Geral da Polícia Nacional fará uma investigação interna, informou outra fonte policial.

A ONG Irungo Harrera Sarea, principal rede de apoio aos migrantes no País Basco espanhol (norte), expressou, em nota, seu "estupor e grande preocupação" com a decisão do comando da brigada de "premiar policiais por caçar migrantes".

Esta região fronteiriça costuma ser cenário de tentativas de travessias de migrantes vindos da África, que tentam chegar à França após cruzar a Espanha, uma das principais portas de entrada de migrantes clandestinos na Europa.

Desde 2019, a França reforçou seus controles nesta fronteira e fechou alguns pontos de travessia.

Entre o começo de 2021 e o fim de dezembro de 2022, ao menos 12 pessoas morreram nesta fronteira, parte delas tentando fugir dos controles da polícia, segundo um boletim publicado em maio pela Coordenação de Ações nas Fronteiras Interiores (CAFI), que reúne ONGs como a Anistia Internacional.

Fonte: correiobraziliense

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