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O empresário português Mário Ferreira teve duas oportunidades de mergulhar no submersível Titan para ver os destroços do Titanic, mas recusou as propostas. Mário, que é o primeiro turista espacial de Portugal, foi convidado pelo amigo e explorador britânico Hamish Harding — um dos cinco tripulantes desaparecidos do submarino que pretendia levar turistas a quase 4 mil metros de profundidade.
"Nos Açores, na conferência Glex, o meu amigo, que está no submarino, disse-me que o meu lugar estava livre e que eu podia ir com ele. Tínhamos estado juntos na sexta-feira e ele saiu no avião privado para ir embarcar. Eu não quis ir. Não têm sido dias simples para mim, saber que deixei o meu lugar vazio numa coisa complicada como esta. Pensar que podia lá estar", disse o empresário ao jornal português Publico. O empresário é CEO da DouroAzul, empresa de cruzeiros fluviais em Portugal.
O submersível desapareceu no último domingo (18/6), no Oceano Atlântico, próximo a Newfoundland, no Canadá. Equipes de buscas tentam localizar o veículo aquático. Estima-se que os tripulantes tenham pouco mais de 24 horas de suprimento de oxigênio. Segundo a Guarda Costeira dos Estados Unidos, um avião canadense detectou, na segunda-feira (20/6), por meio de sonar, barulho de batidas emitidas a cada 30 minutos no fundo do mar. No entanto, ainda não há evidências do submersível.
Em 2018, um ex-funcionário da empresa que construiu o submersível alertou sobre "problemas de controle de qualidade e de segurança". David Lochridge, então diretor de Operações Marítimas da OceanGate, discordou da posição de mergulhar o Titan sem que o veículo tivesse passado por um teste não destrutivo, o qual fosse capaz de provar sua integridade. De acordo com Lochridge, a única janela de visualização do submersível foi construída para suportar a uma pressão a uma profundidade de 1.300 — três vezes menos do que o ponto onde se encontra o Titanic.
Os cinco tripulantes são o bilionário Hamish Harding; o explorador Shahzada Dawood e seu filho, Suleman Dawood; o presidente da OceanGate, Stockton Rush; e o especialista no naufrágio do Titanic Paul-Henry Nargeolet. Além da Marinha canadense e americana, agências governamentais e empresas comerciais especializadas em águas profundas estão ajudando na operação para encontrar o submersível.
Fonte: correiobraziliense
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