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As exigências de líder de gangue do Haiti para permitir a formação de novo governo - Social Marília
26 de Abril de 2026

As exigências de líder de gangue do Haiti para permitir a formação de novo governo


Um dos líderes de gangues mais poderosos do Haiti afirmou que consideraria abandonar as armas se os as facções criminosas fossem convidadas a participar das negociações para estabelecer um novo governo.

Grupos liderados por Jimmy Chérizier, também conhecido como Barbecue, controlam a maior parte da capital Porto Príncipe.

Segundo ele, a violência que tomou conta do Haiti nas últimas semanas poderá aumentar nos próximos dias.

No entanto, Chérizier disse à rede de TV Sky News: “Estamos prontos para soluções”.

O Haiti, uma nação caribenha empobrecida com mais de 11 milhões de pessoas, está sem primeiro-ministro desde 12 de março.

O último a ocupar o cargo, Ariel Henry, se demitiu depois de ter sido impedido por gangues armadas de regressar do Quénia, onde tinha assinado um acordo para “importar” uma força de segurança internacional em uma tentativa de restaurar a lei e a ordem.

As gangues capitalizaram o vazio de poder e passaram a controlar partes do país, que se tornou efetivamente ilegal em alguns locais.

Foi criado um Conselho Presidencial de Transição para elaborar um plano para devolver o Haiti ao regime democrático, apoiado por outras nações caribenhas e pelos Estados Unidos.

Chérizier – a figura mais proeminente numa aliança de gangues conhecida como Viv Ansanm (Viva Juntos), que controla cerca de 80% de Porto Príncipe – acredita que o seu grupo deveria ter um lugar à mesa do governo.

Ele disse à Sky News: “Se a comunidade internacional apresentar um plano detalhado onde possamos sentar juntos e conversar, mas não nos impor o que devemos decidir, acho que podemos baixar as armas”.

Ele disse que “não estava orgulhoso” da espiral de violência no Haiti e alertou que a crise poderia continuar se grupos como o seu – que criticam “políticos corruptos” – não fizerem parte de um futuro governo.

Ele também disse que qualquer agrupamento militar do Quênia convocado para reforçar a segurança no Haiti será considerado “agressor” e “invasor”.

A situação no Haiti foi descrita como “gravíssima” pela Organização das Nações Unidas (ONU) em um relatório divulgado no início desta semana.

O documento diz 1.500 pessoas foram mortas e 800 ficaram feridas na onda de violência nos primeiros três meses de 2024.

O relatório detalhou as “práticas angustiantes” das gangues, que são acusadas de usar violência extrema e abuso sexual como forma de punição e controle.

Grupos de ajuda humanitária relataram dificuldades em levar alimentos e água para a capital, alertando que milhões de pessoas não conseguem encontrar comida, estando algumas à beira da fome.

Fonte: correiobraziliense

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