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Júri condena Trump por fraude para encobrir escândalo sexual - Social Marília
23 de Abril de 2026

Júri condena Trump por fraude para encobrir escândalo sexual


Donald Trump foi considerado culpado por 34 crimes pelo júri do Tribunal de Nova York nesta quinta-feira (30/5). O ex-presidente dos Estados Unidos era julgado criminalmente por falsificar documentos para tentar encobrir um escândalo sexual na reta final da campanha para a Casa Branca, em 2016, e que incluiria o pagamento de 130 mil dólares (cerca de R$ 674 mil) para a ex-atriz pornô Stormy Daniels, por meio do ex-advogado de Trump, Michael Cohen.

A sentença de Donald Trump será lida no dia 11 de julho. Ele pode pegar até 4 anos de prisão por cada um dos crimes pelos quais recebeu a condenação. Este é o primeiro dos quatro processos criminais que o ex-presidente enfrenta. O veredicto transforma Trump no primeiro ex-presidente dos EUA condenado criminalmente

Donald Trump será o candidato do partido Republicano nas eleições presidenciais deste ano, marcadas para 5 de novembro — de acordo com as regras do país, mesmo preso, Trump pode concorrer e até assumir o cargo de presidente da nação mais poderosa do planeta.

No caso "Povo do Estado de Nova York contra Donald J. Trump", a Promotoria de Manhattan acusa o magnata de 77 anos de 34 acusações de fraude para encobrir o pagamento do montante para Daniels. 

O julgamento foi complexo e contou com 12 membros do júri e seis suplentes, que eram cidadãos anônimos — por razões de segurança.

Donald Trump ainda vai enfrentar três casos nos tribunais. Em dois desses, ele é acusado de crimes relacionados com os seus esforços para anular a derrota nas eleições de 2020, quando Joe Biden foi eleito como presidente dos EUA. 

Trump também é acusado em crimes relacionados com a retenção de registos confidenciais do governo depois de perder as eleições em 2020 e sobre as tentativas dele de impedir que esses documentos fossem recuperados por funcionários federais.

A Promotoria tentou ao longo do Julgamento demonstrar que Trump orquestrou ou pelo menos autorizou que o então advogado pessoal dele, Michael Cohen, tirasse do próprio bolso a quantia para pagar Stormy Daniels, que mais tarde lhe foi devolvida em prestações disfarçadas de despesas legais.

O ex-advogado já se declarou culpado em 2018, quando estava sendo investigada a possível interferência da Rússia nas eleições vencidas por Trump, de violações de financiamento de campanha, entre outras queixas, alegando que estava trabalhando sob a direção do republicano "com o objetivo principal de influenciar nas eleições presidenciais". Ele foi condenado a três anos de prisão e perdeu sua licença para exercer a profissão.

A acusação também incluiu acordos semelhantes ao de Daniels para encobrir outros potenciais escândalos, como o de uma ex-modelo da revista Playboy e de um porteiro que afirmou que o bilionário teve um filho fora do casamento.

Com informações da AFP.

Fonte: correiobraziliense

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