Pesquisadores explicam que a própria formação rochosa do planeta quanto o fato dele orbitar uma anã vermelha, menos massiva que as demais estrelas, dificulta a identificação de uma atmosfera pelos métodos mais comuns.
Por isso, as equipes devem utilizar outra variante para fazer outra observação, que registra a órbita completa do planeta ao redor da estrela, analisando todas as fases de iluminação da superfície planetária. Com isso, os pesquisadores esperam conseguir um dado definitivo de presença ou ausência de atmosfera no Trappist-1b.
Utilizamos cookies próprios e de terceiros para o correto funcionamento e visualização do site pelo utilizador, bem como para a recolha de estatísticas sobre a sua utilização.