A perspectiva de tarifas moderadas nos Estados Unidos impactou o mercado global, reduzindo a força do dólar e impulsionando o apetite por ativos mais arriscados, como ações e moedas de países emergentes. No Brasil, o dólar à vista encerrou cotado a R$ 6,1143, enquanto o contrato futuro para fevereiro caiu 1,18%, a R$ 6,1415.
O motivo para a reação está ligado à expectativa de menor pressão inflacionária nos Estados Unidos. Caso as tarifas sejam reduzidas, a inflação tende a diminuir, o que pode levar o Federal Reserve (Fed) a não elevar as taxas de juros tão rapidamente. Taxas de juros mais baixas nos EUA tornam os mercados emergentes, como o Brasil, mais atrativos para investidores estrangeiros.
A bolsa brasileira também refletiu o otimismo global. O Ibovespa, principal índice do mercado acionário do país, subiu 1,26%, fechando em 120.022 pontos, retomando o patamar dos 120 mil perdido na semana anterior.
Com a liquidez do mercado aumentando após o período de festas, investidores aproveitaram o momento para adquirir ações consideradas subvalorizadas. O volume financeiro da sessão somou R$ 19,32 bilhões. Apesar do avanço, o índice ainda acumula queda de 0,22% no mês.
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