“Ele (João) disse que foi abordado em um bar da rua que ele frequentava, próximo da casa dele, por pessoas que já sabiam que ele trabalhava nessa empresa”, disse o delegado nesta sexta-feira (4/7), em coletiva de imprensa na sede da corporação.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito recebeu R$ 5 mil no momento em que foi cooptado pela primeira vez e, posteriormente, conseguiu mais R$ 10 mil dos criminosos. No dia da fraude, ele relatou que teria conversado com o grupo que, ao todo, teria pelo menos quatro integrantes com vozes de pessoas jovens.
As conversas ocorreram por mensagens e ligação, João afirmou que não conhece o rosto ou os nomes verdadeiros dos hackers. “O único que ele viu, segundo ele, foi que fez a abordagem, e aí no dia da fraude eles falaram o seguinte para ele: ‘olha, deixamos a poeira baixar, e aí a gente volta a conversar por outros valores’. E aí eles perderam o contato”, acrescentou o delegado.
Tupan ainda disse, em entrevista a jornalistas, que as investigações devem ser intensificadas a partir do relato do suspeito preso nesta sexta-feira, em cooperação com a Polícia Federal e o Ministério Público de São Paulo. Os valores ainda não foram confirmados, mas segundo a própria DEIC, já se trata do maior ataque hacker da história do país.
Utilizamos cookies próprios e de terceiros para o correto funcionamento e visualização do site pelo utilizador, bem como para a recolha de estatísticas sobre a sua utilização.