Uma laranjeira fixa 4,28 quilos de carbono por ano. Segundo estudo realizado pela Embrapa e pelo Fundo de Defesa da Citricultura, cada hectare de produção de frutas cítricas no cinturão citrícola brasileiro, que compreende o estado de São Paulo e o Sudoeste/Triângulo Mineiro, remove duas toneladas de carbono da atmosfera por ano, em média.
“Ao retirar o gás carbônico (CO2) da atmosfera por meio da fotossíntese, as laranjeiras fixam o carbono nas folhas, galhos, tronco e raízes, e também no solo, anualmente, com a decomposição de folhas, raízes finas e restos das podas. Comparados a culturas como soja, milho e pastagens, os pomares de laranja têm uma capacidade muito maior de armazenar carbono, funcionando como um grande reservatório, o que contribui significativamente para a mitigação da mudança do clima”, explica o pesquisador Lauro Rodrigues Nogueira Júnior.
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