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Segundo Stuart, a iniciativa da filha foi espontânea: ela escolheu o vestido inspirado nas Spice Girls e escreveu por conta própria um discurso que exaltava a diversidade cultural. "Ela estava muito orgulhosa do que havia feito", disse. O pai contou que outros alunos que utilizavam a bandeira da Inglaterra e do País de Gales também foram barrados.
“Ela queria celebrar o fato de ser britânica, mas não conseguia entender o que havia de errado nisso. Ela também não foi a única criança escolhida — uma criança de origem rural foi barrada nos portões por usar um boné tradicional e uma camisa xadrez. “Eles nem leram ou ouviram o discurso dela, que na verdade celebra a inclusão e outras culturas. Era como se a cultura britânica não pudesse ser celebrada”, lamentou o pai.
Em nota, a escola lamentou o incidente. "Lamentamos profundamente o sofrimento causado e oferecemos nossas sinceras e irrestritas desculpas. Estamos comprometidos em aprender com essa experiência e garantir que todos os alunos se sintam reconhecidos ao expressar orgulho de sua herança", declarou.
A polêmica alcançou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. “Acho que a escola emitiu um comunicado sobre isso, então não vou comentar mais, mas o Primeiro Ministro sempre deixou claro que ser britânico é algo a ser celebrado”, disse um porta-voz.
De acordo com o pai de Courtney, vestimentas tradicionais de outros países foram permitidas no evento, enquanto elementos da cultura britânica foram desencorajados. "Parecia que qualquer coisa remotamente britânica não era permitida", comentou.
Fonte: correiobraziliense
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