De acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira (23/7) pelo Ministério da Previdência Social, essa redução representa 264 mil requerimentos a menos aguardando análise em apenas quatro meses.
Como mostrou o Correio em reportagem publicada em maio, o INSS interrompeu por cinco meses a divulgação dos dados mensais sobre a fila de espera. Nesse período, deixou de publicar o Boletim Estatístico da Previdência Social (Beps), principal fonte oficial de transparência sobre o andamento dos pedidos.
O tempo médio para concessão de benefícios do INSS, desconsiderando os períodos em que o processo ficou parado por exigências junto ao segurado, apresentou oscilações nos últimos meses. Em março, a média era de 55 dias, caindo para 51 em abril e atingindo o menor patamar em maio, com 44 dias. Em junho, no entanto, o prazo voltou a subir, retornando aos 51 dias.
De acordo com a pasta, o aumento de junho é “pontual” e se deve à liberação de benefícios antigos que estavam parados por pendências e agora foram resolvidos. “Esse movimento indica o destravamento de processos complexos ou antigos que exigiam ações específicas para serem concluídos”, informou em nota.
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, também destacou o compromisso do governo em recuperar a eficiência no atendimento: “Estamos trabalhando para cumprir a orientação do presidente Lula: reduzir o tempo de espera no INSS e garantir que quem tem direito receba o benefício o quanto antes. A meta é que o prazo entre o pedido e o pagamento não ultrapasse 45 dias”.
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