Segundo os dados, divulgados nesta sexta-feira (25/7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a energia elétrica residencial voltou a registrar o maior impacto positivo sobre o indicador, com a bandeira tarifária vermelha patamar 1.
Em vigor desde junho, a cobrança tem representado um custo adicional para os consumidores. A mudança ocorre devido à menor disponibilidade de água nos reservatórios das hidrelétricas, o que leva ao acionamento de termelétricas mais caras. O custo adicional será de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos.
Cinco dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta no mês de julho. A maior variação e o maior impacto vieram de habitação, com uma alta de 0,98%, devido ao aumento na conta de luz. Em seguida aparece transportes, com alta de 0,67%.
A surpresa do índice veio novamente do grupo de alimentação e bebidas, que apresentou recuo de 0,06%, segundo mês seguido de queda nos preços. Os maiores impactos negativos vieram da alimentação no domicílio, com redução de 0,40% em julho.
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Foram registradas quedas nos preços da batata-inglesa, da cebola e do arroz, que contribuíram para o resultado. No lado das altas, destaca-se o preço do tomate, que subiu 6,39%, depois de cair 7,24% no mês anterior. Já a alimentação fora do domicílio acelerou de 0,55% em junho para 0,84% em julho, impulsionada pelos aumentos nos preços do lanche e da refeição.
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