O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou ontem que o plano já saiu da pasta para a mesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A data do anúncio, entretanto, depende do aval do chefe do Executivo.
As medidas devem incluir prioridade nas compras públicas, novas linhas de crédito com juros subsidiados e isenções fiscais para os setores mais afetados. Haddad já adiantou que pequenas empresas que não têm alternativas de exportação devem estar entre as principais beneficiadas pelas medidas.
O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, por sua vez, afirmou que o foco das ações da pasta será nas regulamentações internas para viabilizar o consumo doméstico de parte da produção que deixará de ser exportada aos Estados Unidos.
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