Segundo Rubio, ação faz parte de medidas para desmontar a prática de intercâmbio de profissionais cubanos. Além de Cuba, a restrição pode afetar funcionários dos governos de Granada e de países do continente africano.
Lançado em 2013, o Programa Mais Médicos reúne uma série de medidas implementadas pelo governo federal para aumentar o número de profissionais da medicina na atenção básica em saúde e atender a demandas de regiões remotas e de difícil acesso.
A iniciativa passou por um período de esvaziamento de médicos entre 2016 e 2018, quando os médicos cubanos, que preenchiam cerca de 8 mil vagas, anunciaram a saída. Segundo o governo cubano, a decisão foi tomada após mudanças no contrato e declarações do recém eleito Jair Bolsonaro (PL).
O programa esteve vigente até 2019, quando o então presidente anunciou que não faria novas contratações após o fim dos contratos vigentes. No mesmo ano, ele anunciou o Médicos pelo Brasil, que substituiria gradativamente o antecessor, programa teve o primeiro contrato só em 2022.
Em 2023, a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), voltou com o Mais Médicos, que segue vigente.
Utilizamos cookies próprios e de terceiros para o correto funcionamento e visualização do site pelo utilizador, bem como para a recolha de estatísticas sobre a sua utilização.