Apesar dos avanços na saúde e da ampliação de campanhas educativas, o câncer de pulmão ainda figura entre os maiores desafios da oncologia. O tabagismo permanece como o principal fator de risco, responsável por 80% das mortes relacionadas à doença no país, de acordo com a Fundação do Câncer. Os números do INCA (Instituto Nacional do Câncer) revelam uma dimensão ainda mais dura: 477 brasileiros morrem todos os dias em decorrência do tabaco e da exposição passiva a ele, o que representa 174 mil mortes que poderiam ser evitadas anualmente.
O cigarro não é o único vilão. A pneumologista Gilda Elizabeth, do Hospital Brasília Águas Claras, da Rede Américas, alerta que, além do cigarro tradicional, novas formas de consumo de nicotina, como cigarros eletrônicos, pods e narguilé, também oferecem riscos elevados.
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