“A gente fala que o crime é organizado, mas o Estado precisa ser mais organizado que o próprio crime”, afirmou. Segundo ele, a cooperação entre Receita, Polícia Federal, Ministério Público e secretarias estaduais permitiu atacar “a espinha dorsal do crime organizado” no setor de combustíveis, que movimentava bilhões com importações fraudulentas, adulteração e lavagem de dinheiro.
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“É um grande quebra-cabeça que a Receita Federal montou, desde a importação até chegar no efetivo produto do crime organizado”, disse. Ferrer destacou, ainda, que fundos de investimento e fintechs eram usados para ocultação patrimonial.
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