A operação também previa a continuidade do funcionamento separado das instituições, mas com compartilhamento de governança, expertise e sinergias estratégicas. O Will Bank, banco digital do Grupo Master, seria incorporado ao conglomerado, fortalecendo a inclusão financeira e ampliando o alcance digital do BRB.
Para viabilizar a aquisição, o preço a ser pago pelo BRB seria equivalente a 75% do patrimônio líquido consolidado do Banco Master, ajustado por avaliações contábeis e jurídicas conduzidas pela Price Waterhouse Coopers (PwC). O pagamento seria realizado em três parcelas: 50% à vista, até 50% retido em conta escrow como garantia de obrigações de indenização e o saldo final após dois anos do fechamento do acordo.
Ao mercado, o BRB afirmou: “O BRB reitera seu posicionamento de que a transação representa uma oportunidade estratégica com potencial de geração de valor para o BRB, seus clientes, o Distrito Federal e o Sistema Financeiro Nacional e manterá seus acionistas e o mercado informados sobre eventuais desdobramentos relevantes, nos termos da legislação e da regulamentação aplicáveis”.
O BRB também reiterou posicionamento de que a transação representa uma oportunidade estratégica com potencial de geração de valor para o BRB, seus clientes, o Distrito Federal e o Sistema Financeiro Nacional e manterá seus acionistas e o mercado informados sobre eventuais desdobramentos relevantes, nos termos da legislação e da regulamentação aplicáveis.
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