Segundo nota do Itamaraty em junho, a interceptação da embarcação Madleen, que faz parte do grupo Flotilha da Liberdade, foi feita em águas internacionais que não estão sob a jurisdição de Israel.
A Justiça israelense decidiu pela deportação do ativista e o proibiu de entrar no país pelos próximos 100 anos.
Segundo a Flotilla da Liberdade, os ativistas relataram condições insalubres no sistema prisional de Israel, incluindo infestação de mosquitos e acesso apenas a água não potável.
Fonte: correiobraziliense
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