Um dos exercícios mais indicados para quem tem diástase é a elevação pélvica, em que a pessoa deita de barriga para cima com os joelhos dobrados e pratica o movimento de levantar o quadril. A prancha também é recomendada, mas não aquela convencional, com a barriga para baixo. Algumas formas de adaptar o exercício é fazer a chamada “prancha invertida”, com a barriga para cima, ou fazer o exercício apoiado na parede.
A diástase ocorre quando os músculos retos, que ficam paralelos e alinhados no abdômen, sofrem um afastamento. Paty Farago destaca que o problema é facilmente identificável e pode ser tratado com exercícios direcionados e melhora postural.
“É uma lesão que vai mudando a funcionalidade do corpo porque ela permite espaços que o corpo naturalmente não tem”, explica. Entre os problemas que podem resultar da diástase, estão o surgimento de hérnias na região do abdômen e incontinência urinária.
Existem alguns fatores que podem gerar a condição, como obesidade, má postura e prática de exercícios de forma incorreta. No entanto, a diástase é mais comum em gestante, já que o crescimento do útero empurra, naturalmente, os músculos para cima.
Farago destaca ainda que, com o afastamento dos músculos, há uma piora na postura. “A coluna, principalmente ombros (trapézio) e lombar, é que vai pagar esse preço”, afirma.
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