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Reféns israelenses são libertados pelo Hamas após 738 dias - Social Marília
24 de Abril de 2026

Reféns israelenses são libertados pelo Hamas após 738 dias


Reféns mantidos em cativeiro pelo Hamas na Faixa de Gaza foram libertados na madrugada desta segunda-feira (13/10), manhã no horário local, após 738 dias. A libertação ocorreu conforme estabelecido no acordo de cessar-fogo e começa com sete reféns liberados, segundo o The Times of Israel. Entres libertados nesta primeira fase estão Gali e Ziv Berman, Matan Angrest, Alon Ohel, Omri Miran, Eitan Mor e Guy Gilboa-Dallal. Os outros 13 reféns devem ser liberados nas próximas horas. 

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O grupo de reféns será levado pela Cruz Vermelha à base militar de Re'im, no sul de Israel, onde será realizado um primeiro check-up médico. Em seguida, serão transferidos pelo Exército israelense para hospitais do país. O canal Al-Araby, do Catar, noticia que o braço militar do Hamas está transferindo reféns israelenses para a Cruz Vermelha na Cidade de Gaza.

A expectativa das autoridades israelenses é de que todos os 20 reféns incluídos no acordo sejam libertados até o fim do dia. As liberações ocorrem em três pontos da Faixa de Gaza: além da cidade de Gaza, há operações em Khan Younis e na região central de gaza.

Palestinos retornam à Faixa de Gaza durante acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas
As liberações ocorrem em três pontos da Faixa de Gaza: além da cidade de Gaza, há operações em Khan Younis e na região central de gaza (foto: Omar AL-QATTAA / AFP)

Já sobre corpos de reféns assassinados — 28 no total, segundo o Hamas —, o IBI afirmou que nem todos foram localizados e que a entrega poderá levar mais alguns dias. De acordo com o insituto, "a porta-voz do primeiro-ministro, Shosh Bedrosian, afirmou que uma vez que Israel receba todos os reféns que espera (...), começará a soltar os mais de 2 mil presos palestinos envolvidos no acordo".

A previsão é de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desembarque em Tel Aviv, em Israel, onde discursará no Parlamento israelense (Knesset) e se reunirá com ex-reféns e familiares. Em seguida, o líder americano seguirá para o Egito, onde assinará um "documento que encerra a guerra na Faixa de Gaza", conforme informou o Ministério das Relações Exteriores do Cairo.

Fonte: correiobraziliense

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