Segundo a parlamentar, mesmo em setores com equilíbrio na entrada de profissionais, como o Judiciário, as mulheres ainda enfrentam barreiras no topo da carreira. “Na magistratura, a igualdade é quase plena nos concursos, mas nos órgãos de cúpula chegamos a apenas 15% de mulheres nos cargos de maior liderança. Isso é muito grave”, afirmou.
Eliziane defendeu a manutenção das cotas de gênero como instrumento de transformação. “A cota é fundamental, porque, se não tivermos essa ação coercitiva, nunca vamos chegar a igualdade e a isonomia que tanto buscamos”, concluiu.
Cristiane Lima, por sua vez, destacou que “o olhar diferenciado da mulher é que traz essa busca diferente em relação ao posicionamento e à gestão da equipe sobre diferentes ideias”. Para ela, a vivência feminina, marcada por desafios como a maternidade, o estudo e o equilíbrio de agendas, fortalece as mulheres e molda uma liderança com um “olhar amoroso sobre as coisas”.
*Estagiário sob a supervisão de Andreia Castro
Utilizamos cookies próprios e de terceiros para o correto funcionamento e visualização do site pelo utilizador, bem como para a recolha de estatísticas sobre a sua utilização.