07 de Março de 2026

Hitler tinha micropênis DNA revela mutações e distúrbios


Quase 80 anos após sua morte, um novo documentário britânico promete lançar luz sob a trajetória política e a vida pessoal de Adolf Hitler, que sempre cultivou a imagem de "homem inteiramente devoto à Pátria". Produzido pelo Channel 4, o curta Hitler's DNA: Blueprint of a Dictator (O DNA de Hitler: Projeto de um Ditador) traz, pela primeira vez, uma análise da genética real do ditador nazista. 

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Dividido em dois episódios de 60 minutos, o projeto é comandado pela geneticista Turi King, conhecida por ter identificado os restos mortais do rei Ricardo III, e pelo historiador Alex Kay, da Universidade de Potsdam. Juntos, eles analisaram uma amostra de tecido manchado de sangue retirada do sofá onde Hitler tirou a própria vida em 1945, que foi preservada por um oficial americano e guardada por décadas em um museu militar da Pensilvânia. 

Após autenticação, o sangue foi comparado com o DNA de um parente vivo da linha paterna de Hitler, o que resultou em uma correspondência genética perfeita. Os resultados revelaram que o político era portador de uma mutação do gene PROK2, associada à Síndrome de Kallman, uma condição rara que atrasa a progressão natural da puberdade, causa baixa produção de testosterona, ausência de olfato e, em muitos casos, anomalias genitais, como testículos não descidos e micropênis. Uma das condições foi comprovada em exame médico realizado em 1923 por Hitler, que apontou presença de "testículo direito não descido".

O diagnóstico reforça antigos rumores sobre a impotência do líder nazista, o desconforto ao lado de mulheres, a ausência de filhos com Eva Braun e o fato de ter solicitado que seu corpo fosse cremado após a morte como uma "tentativa de de escondê-lo". Além de relembrar uma famosa canção britânica da Segunda Guerra Mundial, cantada ao som de "Colonel Bogey March", que ironizava sua "falta de vigor sexual": "Hitler só tem uma bola / A outra está no Albert Hall / A sua mãe, a porca / Cortou-a quando Hitler era pequeno".

Além das condições físicas, a equipe também analisou marcadores genéticos relacionados a distúrbios mentais e de comportamento. O DNA indicou uma alta propensão a transtorno bipolar, autismo, esquizofrenia e comportamento antissocial. 

O documentário também aborda uma das teorias de que Hitler teria ascendência judaica, porque o pai dele, Alois, era um filho ilegítimo. O exame genético, porém, não encontrou qualquer traço dessa origem em seu DNA, contrariando inclusive, declarações recentes como a do ministro russo Sergei Lavror, que em 2022 afirmou que "Hitler tinha sangue judeu".

 

Fonte: correiobraziliense

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