As hipóteses são de que as tartarugas-cabeçudas (Caretta caretta), também conhecidas como tartaruga-comum e tartaruga-mestiça, conseguem mapear o campo magnético da Terra, como se tivessem uma bússola própria. No entanto, o mecanismo que possibilita essa identificação divide a comunidade científica.
Para entender por meio de qual desses sistemas elas conseguiam mapear o campo magnético, pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, fizeram um experimento com tartarugas-cabeçudas recém-nascidas. Os testes se baseiam em um comportamento comum da espécie ao encontrar alimento, conhecido como “dança da tartaruga”. "Eles são muito motivados pela comida e adoram dançar quando acham que existe a possibilidade de serem alimentados", explica Alayna Mackiewicz, uma das autoras do estudo.
A terceira fase repetiu a investigação sobre o comportamento na ausência de recompensa, mas com uma diferença: antes do experimento, algumas tartarugas foram expostas a um pulso magnético. O objetivo era comprovar a hipótese de que o sistema de localização é composto, pelo menos em parte, por magnetita, já que os pulsos deveriam afetar a ação do mineral.
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Embora evidenciem a presença de magnetita nas tartarugas, o estudo não aponta em que parte exata do corpo estão esses cristais.
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