Galípolo rebateu críticas às decisões do Comitê de Política Monetária (Copom), que têm sido alvo de pressões internas no governo e de manifestações públicas de figuras ligadas à gestão anterior, como o ex-presidente do BC Roberto Campos Neto. “A meta não é 4,5%, é 3%”, afirmou. “Quando olho para as projeções futuras, vejo no Focus que o BC não vai conseguir cumprir a meta durante todo meu mandato.”
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O presidente do BC destacou que sua obrigação legal é atuar para que a inflação convirja para a meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). “A determinação legal é uma meta de 3%. O instrumento é a taxa de juros, e o BC tem de usar a taxa de juros para perseguir a meta de inflação”, disse.
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