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Na última sexta-feira (28/11), a desembargadora Solange Salgado da Silva autorizou a soltura dos executivos, mantendo medidas restritivas, como tornozeleira eletrônica e a proibição de deixar o país.
"Embora inegável a gravidade dos fatos e o vultoso montante financeiro envolvido", disse Solange, a adoção de medidas alternativas à prisão é "suficiente para, atualmente, acautelar o meio social, prevenir eventual reiteração delitiva, garantir a ordem econômica, garantir o regular prosseguimento da persecução penal e coibir o risco de fuga".
No recurso, a Procuradoria Regional da República (PGR), ramo do MPF que atua na segunda instância, pede que as prisões sejam restabelecidas e argumenta que são necessárias devido à "gravidade do caso, diante de altíssima probabilidade de fuga e de violação da ordem pública, além de possível destruição de provas, ocultação de recursos e bens ainda não apreendidos".
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