Segundo ela, é preciso desconstruir a visão de que o setor privado seria um antagonista nas operações de crédito rural. “O setor privado não deve ser visto como vilão”, destacou durante o primeiro painel do evento, dedicado ao tema “Contratos, crédito e garantias: como aumentar a confiança jurídica nas operações rurais.”
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Para a diretora, o país dispõe de legislação adequada, mas falha na execução. “Nós temos as ferramentas. O que não temos é eficiência e celeridade na aplicação da lei”, enfatizou, ao defender que o gargalo não está na falta de normas, mas na efetividade das decisões e na uniformidade de interpretações.
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