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Pesquisa identifica mais um regulador do apetite - Social Marília
23 de Abril de 2026

Pesquisa identifica mais um regulador do apetite


Um estudo publicado na revista Science Signaling identificou um novo mecanismo molecular envolvido na regulação do apetite e do equilíbrio energético, abrindo caminho para novas abordagens terapêuticas para a obesidade. Os pesquisadores, da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, analisaram o papel de suporte de uma proteína chamada MRAP2 ao MC3R, um gene crucial no cérebro, que, entre outros mecanismos, está implicado na sensação de saciedade. 

O MC3R é um dos receptores do sistema melanocortinérgico, fundamental para integrar sinais hormonais relacionados à fome, ao gasto energético e ao metabolismo no cérebro. Alterações nessa rede já foram associadas à obesidade e a distúrbios metabólicos raros. Até agora, porém, os mecanismos que modulam a atividade do gene ainda eram pouco compreendidos.

No novo trabalho, os cientistas demonstraram que a proteína acessória MRAP2 interage diretamente com o receptor melanocortina-3 (MC3R), ampliando significativamente sua capacidade de sinalização no cérebro. O efeito foi particularmente forte nas regiões do hipotálamo associadas ao controle do peso corporal. 

Intensidade

Os autores também analisaram mutações pontuais na MRAP2 e no MC3R e observaram que alterações em aminoácidos-chave enfraquecem essa interação, reduzindo a intensidade do sinal. Esses resultados ajudam a explicar por que variantes genéticas nesses componentes podem estar ligadas a quadros de ganho de peso e disfunções metabólicas descritas em estudos clínicos.

Ao revelar como a MRAP2 atua como um "amplificador" do MC3R, o trabalho abre caminho para novas abordagens terapêuticas, disseram os autores. Segundo eles, compreender esse tipo de regulação pode ajudar, no futuro, no desenvolvimento de estratégias mais específicas para tratar obesidade e outras doenças metabólicas associadas ao mau funcionamento do sistema melanocortinérgico. 

"As descobertas nos fornecem informações importantes sobre o que acontece no sistema hormonal, relacionado a funções essenciais como o equilíbrio energético, o apetite e o início da puberdade", disse, em nota, Caroline Gorvin, professora associada da Universidade de Birmingham e autora principal do estudo. "A identificação dessa proteína também nos dá novas pistas para pessoas com predisposição genética à obesidade e como as mutações no gene MRAP2 são um claro indicador de risco."

 

Fonte: correiobraziliense

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