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Joynes foi condenada, mas ficou em liberdade sob pagamento de fiança, período em que teria abusado outro jovem, nomeado de Garoto B, também de 15 anos. Ela chegou a engravidar e teve um filho do adolescente.
A mulher alegou que só teve relações sexuais com o garoto após ele completar 16 anos e se declarou apaixonada por ele. Na defesa, o advogado da ré alegou que ela sofre de depressão e ansiedade. Além da impossibilidade de lecionar, ela foi incluída no Registo de Criminosos Sexuais do país.
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