“O risco absoluto dependerá da frequência da ingestão, da quantidade, do contexto da dieta e de outros fatores de risco já existentes, sendo que estes dados ainda não estão totalmente claros nos estudos”, pontua.
Membro da Iarc, o Brasil também apresenta a Lista Nacional de Agentes Cancerígenos para Humanos (Linach), que serve como base para a formulação de políticas públicas. O Ministério da Saúde explica que o consumo desses produtos não é o causador da doença, mas pode ser um dos fatores de risco, principalmente se combinado com indicadores como predisposição genética e sedentarismo.
Um processo semelhante ocorre com o consumo de enlatados. Nesse caso, o fator de risco está na presença de Bisfenol A (BPA), componente utilizado na fabricação da resina epóxi que reveste a parte interna da lata. O aquecimento, resfriamento ou contato do recipiente com alimentos de pH ácido pode acelerar o processo de transferência de BPA para o alimento e, consequentemente, ingestão do composto cancerígeno.
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