A exigência busca preservar a solidez financeira do banco e a confiança do mercado e está diretamente relacionada às operações feitas em dezembro de 2024, quando o BRB desembolsou R$ 4,7 bilhões na compra de carteiras de crédito da instituição controlada por Daniel Vorcaro.
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As operações são apontadas como responsáveis pelo enfraquecimento do balanço patrimonial do BRB. A intervenção do Banco Central ocorreu após a constatação de que os mesmos ativos haviam sido comprados pelo Banco Master de outra instituição por menos da metade do valor posteriormente pago pelo banco brasiliense.
As apurações também indicaram que o Master sequer concluiu a quitação da compra original dessas carteiras, embora tenha recebido os recursos à vista na revenda ao banco brasiliense.
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