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Nesta semana, foi divulgado pela revista Reproductive BioMedicine Online um estudo científico assinado por Giles abrangendo os riscos da reprodução humana no espaço. A análise reuniu especialistas em embriologia, medicina espacial e bioética, para responder a pergunta: Já é seguro se reproduzir no espaço? A resposta dos cientistas é não, e por razões muito sérias.
Segundo Giles, estamos entrando em uma era em que, o espaço passa a ser local de trabalho e destino humano, com o aumentos das missões espaciais, as retomadas das viagens para a Lua e a ambição de colonização de Marte, a pesquisa vê um sério risco a frente: a empolgação tecnológica está avançando mais rápido do que a compreensão científica dos riscos reprodutivos.
A radiação pode danificar o DNA e a poeira lunar tóxica pode afetar a fertilidade, interrompendo a gestação e colocando em risco a vida futura dos filhos. O espaço é um ambiente hostil à reprodução humana e a humanidade ainda não está preparada, biologicamente, tecnologicamente ou eticamente, para permitir gestações fora da Terra, apontou o estudo.
Vale ressaltar que nenhuma mulher foi enviada ao espaço já grávida, há poucos registros de astronautas que voaram sem saber que estavam nas primeiras semanas de gestação. Nesses casos, o curto período em órbita não representou riscos identificáveis ao embrião.
O estudo afirma que é necessário criar um marco colaborativo internacional, envolvendo:
* Estagiária sob supervisão de Roberto Fonseca
Fonte: correiobraziliense
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