O material extraído do dispositivo está em fase de compilação e análise pela PF. A previsão é de que os dados sejam encaminhados nos próximos dias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR), no contexto das investigações que envolvem o Banco Master. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (9/2) pelo colunista Gustavo Uribe, da CNN Brasil.
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Além da criptografia convencional, o aparelho possuía um nível adicional de proteção, o que exigiu da Polícia Federal o uso de softwares próprios para romper as barreiras de acesso. As ferramentas empregadas possibilitam não apenas a leitura de conteúdos protegidos, mas também a restauração de informações deletadas, ampliando de maneira relevante o o alcance da perícia técnica.
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