“A partir de janeiro, decidimos sinalizar que se antevê, em se confirmando o cenário, um início dessa calibragem, desse ajuste. Eu volto aqui a enfatizar que a palavra-chave é essa: calibragem. Esse ajuste da política monetária a partir de março é justamente para podermos reunir mais confiança para iniciar esse ciclo”, disse.
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Fazendo coro às recentes declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, Galípolo disse que a questão central é entender por que o Brasil precisa sustentar taxas de juros tão elevadas para alcançar maior convergência à meta de inflação. Segundo ele, a resposta envolve fatores conjunturais e estruturais.
“O que eu acho que realmente precisa ser melhor debatido com a sociedade é por que o Brasil precisa sustentar taxas de juros, comparativamente aos seus pares, mais elevadas, para, com muito esforço, conseguir fazer uma convergência maior para a meta. Eu acho que esse é o tema”, ressaltou.
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