Kurt enfrentava problemas de depressão e dependência química. Na época, o Gabinete do Médico Legista do Condado de King concluiu que se tratava de suicídio, no entanto peritos agora afirmam quem o laudo apresentava inconsistências.
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O jornal International Journal of Forensic Science, publicou neste mês de fevereiro, um estudo intitulado "Uma Análise Multidisciplinar da Morte de Kurt Cobain" realizado por um grupo independente de sete especialistas em diversas áreas forenses.
De acordo com o pesquisadores, Cobain foi vítima de homicídio, sendo abordado por um agressor que lhe aplicou uma injeção intramuscular forçada, que continha uma dose letal de heroína para incapacitá-lo. E provavelmente, contou com a assistência de pelo menos uma outra pessoa para mover e encenar o corpo.
Discrepâncias na carta de suicídio támbem foram encontradas, incluindo diferenças de caligrafia e a menção ao suicídio apenas no trecho final. A análise toxicológica também é questionada. Cobain apresentava concentração de morfina considerada extremamente elevada, o que, segundo especialistas, o deixaria inconsciente, impossibilitando a manipulação de drogas e de uma arma de fogo.
“Supõe-se que devamos acreditar que ele fechou as agulhas e colocou tudo de volta em ordem depois de se injetar três vezes, porque é isso que alguém faz enquanto está morrendo. Suicídios são complicados, e esta foi uma cena muito limpa", explica a pesquisadora investigativa Michelle Wilkins, um das autoras do estudo.
O Gabinete do Médico Legista do Condado de King reiterou que a morte foi oficialmente determinada como suicidio, e que está aberto a revisar conclusões caso surjam novas evidências, mas disse não ter recebido o material que justifique a abertura do caso.
Fonte: correiobraziliense
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