Accioly classificou o modelo como “inédito” e ressaltou que, ao contrário de fraudes tradicionais, o banco não teria sido vítima, mas agente do próprio esquema.
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Segundo ele, a prática fazia com que a instituição apresentasse um balanço artificialmente mais robusto do que a sua real situação financeira. “Havia um alinhamento perverso de incentivos entre os gestores e os investidores para manter essa ficção contábil. É um ‘engana que eu gosto’”, afirmou aos senadores.
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