A ministra também explicou que o tratamento dado às instituições federais de ensino é distinto, já que essas possuem mecanismos próprios de reposição de quadros, política fortalecida nos governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda assim, ela reconheceu que o setor também sofreu perdas nos últimos anos, especialmente pela ausência de autorização para expansão de cargos desde 2016.
Fonte: correiobraziliense
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