06 de Julho de 2026

Vício em 'bet': quando as apostas esportivas viram um problema de saúde?


As apostas esportivas se tornaram acessíveis como nunca antes. Com aplicativos disponíveis em qualquer celular, é possível arriscar um palpite a qualquer hora e em qualquer lugar. Essa facilidade, combinada com a emoção do esporte, cria um ambiente propício para o desenvolvimento do jogo compulsivo, também conhecido como ludomania.

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O que começa como uma aposta pequena em um jogo do time do coração pode evoluir para uma necessidade constante de sentir a adrenalina da vitória. A pessoa passa a apostar quantias cada vez maiores, muitas vezes na tentativa de recuperar perdas anteriores, criando um ciclo vicioso e perigoso para a saúde financeira e mental.

Reconhecer que uma prática de lazer está se tornando um vício é o primeiro passo. Alguns comportamentos são indicativos de que a situação está saindo do controle e exigem atenção. Fique atento se a pessoa:

Passa a maior parte do tempo pensando em apostas, planejando a próxima ou revivendo vitórias passadas.

Mente para familiares e amigos sobre a quantidade de tempo e dinheiro que gasta com jogos.

Sente irritabilidade ou ansiedade ao tentar reduzir ou parar de apostar.

Aposta para fugir de problemas ou aliviar sentimentos de tristeza e culpa.

Pede dinheiro emprestado ou vende bens para continuar jogando.

Negligencia o trabalho, os estudos ou as relações sociais por causa das apostas.

O vício em jogo é uma doença e precisa de tratamento. A rede pública de saúde oferece apoio gratuito por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Essas unidades contam com equipes multidisciplinares preparadas para oferecer o suporte necessário para lidar com a compulsão.

Outra alternativa eficaz são os grupos de apoio. Organizações como os Jogadores Anônimos (JA) promovem reuniões, presenciais ou online, que conectam pessoas que enfrentam o mesmo problema. O compartilhamento de experiências em um ambiente seguro e sem julgamentos é uma ferramenta poderosa para a recuperação.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Fonte: correiobraziliense

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