Há mais de 50 anos, o físico Sir Roger Penrose propôs que seria possível extrair energia de um buraco negro em rotação extrema. A teoria sugeria que uma partícula ao entrar na ergosfera, uma região arrastada pela rotação, poderia se dividir em duas, com uma parte caindo e a outra escapando com mais energia.
Com base nisso, o físico Yakov Zel'dovich previu que uma onda interagindo com um objeto giratório suficientemente rápido poderia ser amplificada ao extrair energia dele.
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Pesquisadores do Centro de Pesquisa Científica Avançada do CUNY Graduate Center (CUNY ASRC) demonstraram uma nova abordagem para a amplificação de ondas, conforme publicado na revista Nature. Em vez de girar a matéria mecanicamente, a equipe projetou um dispositivo de radiofrequência para simular a rotação.
O aparelho cria uma forma sintética de rotação ultrarrápida, permitindo o acesso a velocidades muito além do que pode ser alcançado mecanicamente. Isso supera limitações que dificultavam estudos experimentais sobre o tema.
A equipe construiu uma rede de ressonadores eletrônicos em formato de anel. As propriedades desses ressonadores foram moduladas rapidamente em uma sequência cronometrada, produzindo um padrão de movimento ao redor do anel.
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