A natureza desenvolveu incontáveis apêndices pontiagudos, e um novo estudo explica a física que os torna tão eficazes. A pesquisa revela que o formato de uma ferramenta biológica, como presas e espinhos, é determinado por um equilíbrio entre sua eficiência para perfurar e sua capacidade de resistir a deformações.
As descobertas foram publicadas na revista Science Advances. Philip Anderson, professor da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign e líder do estudo, afirma que existe uma vasta diversidade de ferramentas de perfuração na natureza, presentes em plantas, animais e até em vírus.
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Anderson investiga há mais de duas décadas como as leis da física influenciam estruturas predatórias ou defensivas. Para a nova análise, ele e sua equipe buscaram atributos físicos comuns em ferramentas de diferentes reinos biológicos.
Segundo o pesquisador, se houvesse uma lei física universal, todas as estruturas de perfuração seriam mais parecidas. No entanto, a grande variedade observada sugere que os princípios que as governam são mais complexos.
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