Segundo o ministro, o programa dará prioridade aos produtores que comprovarem perdas provocadas por eventos climáticos extremos. Nesses casos, a renegociação poderá ser feita em até 10 anos, com dois anos de carência. Também poderão aderir produtores que registraram perdas superiores a 30% em decorrência da queda dos preços dos produtos agropecuários.
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