10 de Março de 2026

‘Quando houver confronto, que morra o bandido, não o policial’, afirma Rodrigo Garcia


Reprodução/Jovem Pan News/Jornal da Manhã

O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Rodrigo Garcia (PSDB), defendeu a evolução da polícia militar e falou em “Estado mais seguro” do Brasil. Em sabatina no Jornal da Manhã, da Jovem Pan, nesta quarta-feira, 17, o político criticou a ideia que o porte de armas seja alternativa de proteção da população, defendeu que segurança pública é responsabilidade da polícia e exaltou a queda no número de mortes por habitantes nas cidades paulistas, que passou de 33 para seis desde o governo de Mário Covas. “Tivemos muitas vitórias em São Paulo, a briga contra a criminalidade é diária. Administro o Estado que tem os melhores indicadores de crimes contra a vida no Brasil. Estou satisfeito? Não, continuo ouvindo os comandantes”, afirmou o atual governador, que promete “continuar valorizando” as polícias no próximo mandato, se reeleito ao Palácio dos Bandeirantes. “Vamos continuar com a política de câmeras corporais, ela deu resultado, ela protege o policial e filmam o bandido, esse é o nosso objetivo com essas câmeras. Vou colocar o ‘detectamóvel’ nos veículos da polícia. Hoje nós temos a polícia com veículos blindados, não tínhamos antes. E vamos continuar nas áreas de operação, comprando veículos blindados.”

Questionado se não há uma contradição em seu discurso, uma vez que defende o fim das saidinhas e também a instalação das câmeras corporais, Rodrigo Garcia falou em pragmatismo e voltou a afirmar que seu objetivo é defender os policiais, não os bandidos. Segundo ele, em um Estado com 46 milhões de habitantes, a polícia deve estar preparada para combater os crimes mais violentos e os menos violentos, o que justificaria a compra dos melhores armamentos, mas também de armas não letais. “Eu sou um gestor público muito prático. Eu vejo a realidade que São Paulo vive e procuro solução para enfrentar os desafios”, mencionou o governador. Ele afirmou ainda que com 108 mil policiais em São Paulo é “natural” que abusos e equívocos aconteçam”, a diferença está na resposta do Governo, agindo com rigor. “O importante é que, quando existir um confronto, na minha opinião, quem tem que morrer é o bandido e não o policial. Sempre defendi isso. […] Agora, eu não quero uma polícia violenta. Eu quero uma polícia profissionalizada. Não quero uma polícia que sai matando, quero uma polícia que prende aqueles criminosos que merecem ser presos. E, se tiver que ter confronto, que morra o bandido, e não o policial. Essa é a minha opinião e a opinião do cidadão de bem deste país e do Estado de São Paulo.”


Fonte: jovempan

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